Alex Augusto
Murtosa,
bote isso na lousa da Academia de Futebol e faça todo mundo aí repetir 100
vezes, like Bart Simpson. Ai de quem
não decorar:
Estudar, treinar,
melhorar.
Jogar, acertar e
eliminar.
Mas
voltemos ao Olímpico...
*Felipão
driblando a imprensa antes do jogo, capítulo 314
Grêmio: Victor; Gabriel, Gilberto Silva,
Naldo, Pará; Fernando, Souza, Amaral (Vilson), Marco Antônio (Rondinelly);
Marcelo Moreno, Miralles (André Lima). Luxemburgo.
Palmeiras: Bruno; Cicinho,
Henrique, Leandro Amaro, Fernandinho*; Márcio Araújo, Marcos Assunção
(Betinho), João Vitor, Felipe* (Valdivia); Luan, Hernán Barcos (Maikon Leite).
Scolari.
Nosso
treinador finalmente deu uma chance ao meia Felipe, que não a aproveitou. Ele
simplesmente não marca ninguém. Mais que isso, fica o tempo todo esperando a
bola no pé. Felipe, meu filho, aqui não é o Mogi Mirim, onde você tinha dois ou
três carregadores de piano para te cobrir, viu? Fernandinho foi outro promovido
a titular. Este demonstrou mais vontade de brigar pela vaga, marcando forte e
mesmo assim não conseguiu aproveitar-se da sonolência do fraco lateral-direito
do Grêmio.
Primeiro tempo: os goleiros
trabalharam poucas vezes. No lance mais agudo, Pará sofreu um pênalti de João
Vitor, que o Leo Gago enfiou no travessão, para nostra alegria. Será que ele gaguejou na entrevista do intervalo?
Segundo tempo: o Palmeiras
começou melhor, marcando forte e saindo rápido para tentar o gol. Ao que
parece, Barcos ainda não se recuperou totalmente da contusão, pois não acertou
quase nada e foi substituído. Aos poucos o mandante foi equilibrando as coisas
– Bruno acabou como o goleiro mais acionado.
O Grêmio, de tanto insistir no chuveirinho, abriu o marcador pelo alto,
com André Lima raspando cruzamento de Fernando. Maledetta bola aérea, velho problema da turma de trás. Dessa vez,
podem colocar o gol na conta do Marcos Assunção.
Quando
Valdivia e Maikon Leite foram para o jogo, o Luxa trancou seu time trocando um
meia por um zagueiro. Em seguida, do lado alviverde, o centroavante inoperante
Betinho ocupou o lugar de Assunção. Em vão, óbvio: esse contrato de risco do
tal de Betinho é uma palhaçada que renderia um post inteiro de resmungos e
indignação com os velhos bitolados donos de cantina italiana.
Sobre
o Kid, realmente não era o dia dele, pois além de falhar no gol, tomou amarelo
ao revidar uma suposta falta do André Lima e poderia até ter sido expulso no
lance seguinte. Suas cobranças também não têm entrado como antes. Apoiando-se
nisso, grande parte da imprensa imediatista detona o Marcos Assunção e diz que
ele atrapalha a equipe quando o Palmeiras não tem a bola, por sua lentidão e
fraco poder de marcação. Mas a verdade é que muito torcedor por aí gostaria de
ver um cara desses no time. Sou desses. Estou com o Felipão e também não
abriria mão do veterano, que quase sempre é decisivo (hoje foi para o outro lado, excepcionalmente).
Garfada da rodada: começarei uma
seção aqui no blog só para contabilizar os erros grotescos cometidos pela arbitragem
contra a Sociedade Esportiva Palmeiras. Contra o CAP em Curitiba já foi
vergonhoso. Ontem em Porto Alegre tivemos um Pênalti com P maiúsculo cometido
no Henrique nos momentos finais da partida. NÃO MARCADO. Ao fim de mais um
Brasileirão o pessoal do www.placarreal.com.br
calculará a tabela moral e veremos se estou falando demais. Alguém tem dúvida
sobre qual será o time mais
beneficiado?
Agora
o jeito é aproveitar essa parada no campeonato para se acertar, porque
voltaremos ao Olímpico em breve, na reta final do caminho para a redescoberta
da América. No próximo post, passarei o que pude observar do tricolor gaúcho,
jogador por jogador, com base nos últimos dois jogos contra Bahia e Palmeiras.
Quem
não estudar direito não passa na próxima prova, ragazzi! Forza Palestra!
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